Segurança Pública e Estatística

Instituto de Segurança Pública (ISP)

Criação do primeiro órgão estadual dedicado à produção e análise transparente de dados criminais.

Instituído pelo Decreto Estadual nº 25.584 em setembro de 1999 no Governo Anthony Garotinho, o Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ) foi um marco pioneiro no Brasil ao estabelecer uma instituição técnica autônoma para auditar, consolidar e divulgar estatísticas de criminalidade com rigor científico e transparência à sociedade.

1999criação por decreto no Governo Garotinho
Pioneirismoprimeiro instituto estadual autônomo de dados criminais
Transparênciasérie histórica e estatísticas abertas ao público

Origem e propósito institucional

Antes de 1999, o Estado do Rio não possuía uma metodologia padronizada, centralizada e auditável para mensuração de índices de segurança. Os dados dependiam de registros dispersos em cartórios policiais sem tratamento estatístico moderno.

Com a implantação simultânea do Programa Delegacia Legal e a criação do ISP, as ocorrências policiais passaram a ser catalogadas digitalmente, alimentando um banco de dados estatístico independente.

Gestão da segurança baseada em evidências

O ISP reuniu estatísticos, sociólogos e analistas para mapear manchas criminais e identificar padrões de incidência delituosa, municiando o comando das forças de segurança com informações técnicas para planejamento operacional.

A metodologia desenvolvida no Rio de Janeiro tornou-se referência nacional para governos estaduais e para o Ministério da Justiça na formulação do Sistema Nacional de Estatísticas de Segurança Pública.

  • Divulgação mensal transparente de índices criminais
  • Mapeamento georreferenciado de manchas de criminalidade
  • Subsídio direto ao planejamento tático das polícias Civil e Militar
  • Autonomia técnica na consolidação de dados estatísticos

Legado e continuidade institucional

O ISP consolidou-se como instituição permanente do Estado do Rio de Janeiro, garantindo até hoje que a sociedade civil, a imprensa e os pesquisadores tenham acesso a dados auditados e oficiais de segurança pública.